O documentário faz um registro poético sobre o povo indígena krahô, que vive em Palmas, Tocantins, no norte do Brasil. Detentores de uma cultura milenar, o povo krahô é um povo sorridente, que considera a alegria um elemento-base de sua sociedade e designa entre seus líderes um sacerdote do riso: o hotxuá, um palhaço sagrado, que é profundamente respeitado pela tribo.
Assim como a figura clássica do palhaço, eles usam a força do humor e do riso para fortalecer a autoestima do povoado, garantindo a sua cultura milenar.
O documentário marca a estreia na direção da atriz Letícia Sabatella e do artista plástico e cenógrafo Gringo Cardia. Distribuído pela Caliban Produções, do cineasta Silvio Tendler, o filme foi vencedor do Prêmio do Júri Popular no Festival de Cuiabá e recebeu o troféu Mapinguari, no FestCine Amazônia, ambos em 2009. No mesmo ano, o filme também foi apresentado no Festival de Toulouse, França.
Produção: Caliban
Direção: Gringo Cardia e Letícia Sabatella

